Dicas & Notícias

Longevidade: a importância do idoso socializar

Pesquisas mostram que as pessoas longevas que chegaram com melhores condições de saúde física e mental são as que mantiveram uma rede social ativa. Socializar é mais do que ter alguém para conversar, é ter e manter relações afetivas de qualidade durante toda a vida.

É muito importante o idoso socializar e ter amigos. “Essa rede não precisa ser grande, mas precisa ter qualidade. E não deve ser restrita aos familiares”, orienta a gerontóloga e geriatra Yeda Duarte.

Alimente suas amizades — Foto: Reprodução/TV Globo

Yeda deu dicas práticas para manter a vida social ativa:

  1. Receba amigos em casa. “Os nossos amigos podem se modificar, mas é importante manter uma rede de amigos, manter o contato com pessoas”.
  2. Mantenha as amizades. Retorne e também faça ligações. “Amizades precisam ser cultivadas, alimentadas”. Com a vida atribulada, acabamos deixando as relações pessoais em segundo plano. Contudo, priorizar essas relações é o que faz a diferença no alcance das idades mais avançadas com melhor qualidade de vida.

Para que a cabeça funcione bem ao longo da vida, também é muito importante ter atividades diferentes ao longo do dia. “Ligue para os amigos, limpe a casa, vá ao supermercado, brinque com seus netos. Faça coisas diferentes todos os dias. Isso faz com que o cérebro continue ativo, funcionando bem”, orienta a geriatra.

Outras formas de manter o cérebro ativo: experimente criar listas – seja de compras, de atividades ao longo do dia, de aniversários; se jogue nas palavras cruzadas; leia revistas, livros, jornais. “Tudo isso é estímulo para a mente”, completa Yeda.

Palavra cruzada Bem Estar — Foto: Reprodução/TV Globo

Fonte: https://g1.globo.com

Exercícios para Idosos com Cama Elástica

Uma moda recente ganhou as academias e centros físicos de todo o Brasil. Os exercícios que utilizam uma cama elástica proporcionam benefícios diretamente ligados com problemas físicos na terceira idade. Veja os benefícios dos exercícios para idosos com cama elástica.

Exercícios para Idosos com Cama Elástica – Cuidados

Antes de falarmos dos benefícios dos exercícios para idosos com cama elástica, é necessário ressaltar alguns cuidados necessários antes da prática dos exercícios.

Se trata de um exercício que, se executado de forma inapropriada, pode resultar em quedas e lesões mais graves.

Portanto, além das dicas de alongamento e vestimentas apropriadas para a prática de exercícios físicos, é imprescindível a necessidade de um acompanhante para que o idoso possa se apoiar, caso seja iniciante na prática.

Dito isso, vamos aos benefícios dos exercícios para idosos com cama elástica.

Exercícios para Idosos com Cama Elástica – O que é?

Basicamente, o exercício se trata de realizar saltos utilizando um mini trampolim como apontado na imagem abaixo:

Exercícios para Idosos com Cama Elástica – Benefícios

  • Fortalecimento muscular das regiões inferiores, como pernas e quadril;
  • Desenvolvimento da coordenação motora;
  • Melhora a circulação sanguínea;
  • Previne a osteoporose por proporcionar melhora na massa óssea;
  • Melhora as condições cardiorrespiratórias;

Além dos benefícios dito acima, o exercício é altamente divertido e barato, visto que um mini trampolim pode ser adquirido entre R$150 a R$300.

Atenção!

Vale lembrar também que, além dos benefícios físicos, o exercício provê melhora na autoestima e no bem-estar do idoso, além do aumento da sociabilização quando praticado em academias ou em grupos.

Vale lembrar, como dito anteriormente, que antes da prática de qualquer exercício para a terceira idade, é extremamente necessário a consulta com médicos e profissionais da saúde, visando a indicação do exercício correto, bem como sua carga, equipamentos corretos e tempo de duração.

Fonte: http://blog.residencialdvillamathilde.com.br

Cozinhar para viver

Pela quantidade de anos que já vivemos, já percebemos que a cozinha é um lugar legal. No decorrer da vida, em algum momento tivemos algum tipo de aproximação com esta parte da casa. Por termos morado sozinhos, vivido em algum albergue ou apenas num acampamento de fim de semana, a cozinha se apresentou como um lugar de boas possibilidades.

Claro que há casos que o tiro saiu pela culatra: Muitos tiveram experiências traumáticas e hoje se declaram totalmente avessos à possibilidade de fritar um simples ovo!

Mas de maneira geral, sempre desconfiamos que poderíamos extrair um pouco mais de felicidade se desenvolvêssemos mais nossos dotes culinários.

Nos assentarmos à mesa com pessoas agradáveis, degustando uma boa refeição, é um dos afazeres mais prazerosos de que se tem notícia! Por alguma razão que talvez só se explique de maneira sobrenatural, as pessoas se abrem mais, se desarmam de medos inexplicáveis, extravasam suas tensões e fortalecem laços de intimidade, pelo simples fato de se assentarem juntos à comer e beber! Uma áurea diferente se percebe! É quase mágico!

É certo que por causa da correria do dia-a-dia não estamos nos dedicando a essa prática. Mas reconhecemos a quanto ela é importante!

Talvez seja este mistério que envolve os que estão comendo juntos que nos atrai para o ofício da culinária!

Somos seduzidos pela possibilidade de sermos os provedores dos manjares que farão daquele momento tão especial e significativo!

Com as nossas próprias mãos poder preparar aquilo que será o objeto de desejo, no centro da mesa! Ofertar nosso tempo e trabalho para colher sorrisos daqueles que amamos!

Que tal voltar às panelas? Com carinho e dedicação prepararmos algo surpreendente que coloque alegria nas pessoas que amamos?

Provavelmente descobriremos um caminho que passará por dentro de nós mesmos e nos transformará em pessoas melhores, antes mesmo que as porções sejam divididas para aqueles que ansiosamente aguardam a distribuição do nosso amor!

Fonte: https://www.felizmelhoridade.com.br

Curso de Informática para a Terceira Idade recebe inscrições na Univates

Voltado para pessoas com idade superior a 50 anos, o módulo II do curso de Informática para a Terceira Idade, oferecido pelo Núcleo de Educação Continuada da Univates, busca ensinar os participantes a utilizar os recursos básicos de funcionamento dos computadores e familiarizá-los com as redes de entretenimento disponíveis.

As aulas acontecem semanalmente nas sextas-feiras, das 13h30 às 15h30, entre os dias 16 de agosto e 13 de dezembro. Além de revisar os conteúdos do primeiro módulo do curso – criação e utilização de e-mail e redes sociais, acesso a sites de notícias e ao YouTube, salvar arquivos em pendrives, entre outros assuntos -, serão trabalhadas em aula questões como a utilização de PowerPoint, simuladores de digitação e uso de tablets – como usar, baixar aplicativos e mais.

Os interessados podem se inscrever até dia 11 de agosto, no Núcleo de Educação Continuada, sala 525 do Prédio 9 da Univates, ou no site www.univates.br/extensao. O investimento é de quatro parcelas de R$ 59,75, com opções de pagamento via boleto bancário ou cartão de crédito. Estudantes e diplomados dos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação da Univates recebem 10% de desconto.

Fonte: https://independente.com.br

Diversidade na velhice

Até um tempo atrás eu achava que toda velhice tinha um padrão a ser seguido. Tinha de ser bem-sucedida, ativa, não pensava que o ser humano tem sua história de vida, suas singularidades. Não há uma velhice certa a ser seguida.

Natacha Paradella (*)

O que é ser velho? Existe um padrão a ser seguido?

Desde que os seres vivos nascem já ocorrem em seus corpos mudanças relacionadas ao ciclo de vida. A vida em si é um processo, um ciclo existencial, social, cultural, psíquico e biológico. Envelhecer é parte deste processo, uma das várias fases que o compõe. A velhice, parte natural da vida, nada mais é do que uma categoria socialmente produzida/construída: cada cultura determina quando um indivíduo é considerado velho para exercer determinadas atividades.

A mídia constrói expressões sobre o envelhecimento na qual ela acaba sendo alvo de um contingente de estereótipos. As várias formas de discriminação que a mídia idealiza na e para a sociedade é que o velho é bom, sábio, generoso, responsável pela transmissão de valores até a visão do velho implicante, repetitivo, ranzinza, ditador, egoísta, gagá. Acredito que ser velho ditador vai muito de sua cultura familiar e social, como ele foi criado.

Conforme o filósofo Edgar Morin destaca e que já sabemos, a velhice – querendo ou não – é a fase da vida que está próxima a morte, sendo assim, ela é vista como uma recusa, é rejeitada. A sociedade a associa ainda como sendo um peso.

A velhice pode ser sentida como descrito, ou não, e deve ser contextualizada, ligada não apenas ao tempo biológico, mas a um pensar no envelhecimento enquanto processo multifacetado e multideterminado. Tem-se, portanto, duas velhices: uma objetiva, demográfica, biológica e outra subjetiva: a velhice que queremos e vivemos.

Portanto, entende-se que não há um padrão de envelhecimento. Essa fase da vida é vivida por cada indivíduo de uma maneira diferente. E assim como qualquer outro ciclo da vida será vivida conforme a cultura, histórico de vida…

Reflexões sobre os “tempos” da velhice

A principal referência que tive ao escrever este artigo foi minha vó e a vó de meu esposo. Antes de realizar o curso Fragilidades na velhice: Gerontologia social e atendimento, promovido pela PUC-SP, eu tinha alguns preconceitos sobre como o velho tem que se comportar diante da velhice, mas não no sentido conservador, e sim em ter sua autoestima para cima.

Antes de conhecer meu esposo, há 8 anos, eu só tinha como referência a velhice de minha vó, e minha vó depois de ter ficado viúva há alguns anos, passou a viver a sua vida com liberdade. Já a vó de meu esposo é o oposto da minha vó, uma pessoa calada, triste por ter um histórico familiar complicado.

Onde eu quero chegar?

Como estava dizendo, antes de realizar o curso eu tinha meus preconceitos em relação a como os velhos estão envelhecendo, no sentido de que eles próprios se enxergam como pessoas inutilizáveis, ou com o discurso de que já não têm mais idade para tal coisa.

Após iniciar o curso, fui percebendo que não só a velhice, mas tudo em nossa vida tem o outro lado da moeda. Não existe uma única forma de ser velho, de olhar para a velhice, um único padrão de envelhecimento e sim diversos entendimentos dela.

De acordo com Luciana Helena Mussi e Ruth Gelehrter da Costa Lopes o exercício da vida nos leva a crer que a literatura oferece farto material sobre o processo de envelhecimento contemporâneo. Além de ajudar a compreender pessoas e culturas, o que me possibilitou entender a vida que a vó do meu marido escolheu levar/ter, também pode ser utilizado como estratégia didática na compreensão das necessidades e desejos dos sujeitos envelhescentes.

Minha visão de velhice era que o velho tinha que ser ativo, querer participar de grupos denominados para a “terceira idade”. Várias vezes questionei minha vó se ela não queria ir em bailes, no bairro em que ela mora há um espaço para esse evento, mas tive a grande surpresa quando ela me respondeu dizendo que não gostava dessas atividades. Minha vó tem seu próprio jeito de levar a vida/velhice e é isso que me chama a atenção, mas não posso omitir um fato que possibilitou essa liberdade dela, a morte de meu avô, um senhor machista em uma sociedade machista.

Tenho poucas recordações dessa época, mas relatos de minha mãe confirmam que minha vó era uma pessoa submissa ao meu avô. Quando meu avô faleceu, é claro que foi uma grande tristeza, ele era acima de tudo um homem bom, eu o amava muito… mas quando ele faleceu, minha vó, hoje com 81 anos, passou a viver a vida dela, fazer coisas que gosta e que antes não podia, com liberdade e muita alegria.

Fonte: http://www.portaldoenvelhecimento.com.br

Terceira idade terá curso de informática no Funss

O Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí (Funss) abrirá nesta semana inscrições para mais seis capacitações. Uma delas será exclusiva para a terceira idade. Além da idade mínima, para participar é preciso ser residente em Jundiaí e ter o Ensino Fundamental completo.

Com 13 vagas, as turmas do curso de Informática Básica serão promovidas com o apoio da Companhia de Informática de Jundiaí (CIJUN). As aulas serão de 6 de agosto a 28 de novembro, com encontros às terças e quintas-feiras. A turma para alunos com idade igual ou superior a 60 anos será das 9h às 10h30. O grupo para alunos com idade entre 16 e 59 anos será sempre das 10h30 às 12h.

O curso de Assistente de Cabeleireiro é uma parceria da Prefeitura de Jundiaí e o Centro Paula Souza. As aulas começarão no dia 12 de agosto e terminarão no dia 27 de agosto, com encontros de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h30.

Veja o cronograma de inscrições:
Amanhã (31)- Curso de Assistente de Cabeleireiro – 20 vagas (16 anos); Workshop de Bolos da Vovó – 20 vagas (16 anos)
Quinta-feira (01) – Curso de Informática Básica – 13 vagas (16 anos); Curso de Informática Básica para Idosos – 13 vagas (60 anos)
Sexta-feira (02) – Workshop de Bolos no Pote – 20 vagas (16 anos); Workshop de Bolo de Rolo – 20 vagas (16 anos)
As inscrições são presenciais e, por isso, é preciso ir pessoalmente ao Funss, que fica dentro do Parque da Uva, com acesso pela avenida Dona Manoela Lacerda de Vergueiro, s/n, portão 03, bairro Anhangabaú. O horário das matrículas será das 13h30 às 16h30, nos respectivos dias.

Fonte: https://www.jj.com.br

Pesquisas sugerem que o café pode ser aliado da longevidade

Estudos mostram que o consumo moderado da bebida não é prejudicial à saúde

Dois estudos publicados recentemente na revista Annals of Internal Medicine deram aos amantes do café mais um argumento para continuar consumindo a bebida (moderadamente, diga-se): quem toma ao menos uma xícara de café por dia tem menos chance de sofrer mortes prematuras, em especial de doenças circulatórias e gastrointestinais. A informação é da rede de notícias Deutsche Welle Brasil.

O que dizem as pesquisas?

Estudo realizado pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com o Imperial Collage, de Londres, acompanhou por 16 anos a vida de mais 500 mil pessoas com mais de 35 anos em dez países europeu. Os pesquisadores descobriram que quem bebia café todo dia estava associado a um risco menor de morte por qualquer causa.

A outra pesquisa, conduzida pela Southern California University, dos Estados Unidos, demonstrou que pessoas que bebem uma xícara de café por dia são 12% menos propensas a morrer de câncer, AVC, diabetes e doenças cardíacas, respiratórias ou de fígado. A porcentagem sobe para 18% para quem bebe duas ou três xícaras por dia.

Por que o café faz bem?

De acordo com a publicação, ainda não se sabe quais das muitas substâncias de sua composição fazem do café uma bebida saudável. Além da cafeína, estão presentes polifenóis e substâncias antioxidantes, benéficos ao organismo.

Os estudos também não dão aos cientistas a certeza de que o café terá o mesmo efeito em todos os organismos, mas sugerem que o consumo moderado não é prejudicial à saúde e que incorporá-lo à dieta pode trazer benefícios.

Fonte: https://www.vivaalongevidade.com.br

R$ 6,1 milhões para projetos assistenciais que atendem idosos

A secretária estadual de Desenvolvimento Social, Célia Parnes, assina, hoje (30), o repasse de R$ 6.156.863,69 para sete entidades do terceiro setor que desenvolvem projetos voltados a idosos, especialmente aqueles com deficiência e em situação de vulnerabilidade social.

Os sete projetos, que beneficiarão mais de 860 idosos, foram aprovados pelo Conselho Estadual do Idoso (CEI) após chamamento público por meio edital e são financiados com recursos provenientes do Fundo Estadual do Idoso pelo período de um ano.

Os projetos selecionados são em Dracena – que apoia idosos em condições vulneráveis dos municípios de Dracena, Junqueirópolis e Ouro Verde, no valor de R$ 300.000,00, desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Dracena – e Jaboticabal – Terceira Idade Online, com 360 beneficiários no valor de R$ 108.041,88, coordenado pela Prefeitura Municipal de Jaboticabal. Em Santos, recursos irão para o Amigo do idosos de São Paulo, no valor de R$ 1.452.000,00, liderado pela Fundação de apoio a pesquisa, ensino, tecnologia e cultura (FAPETEC).

Na capital, foi escolhida a Plataforma Serviço de Gestão, no valor de R$ 1.200.000,00, do Instituto Tellus; o Diagnóstico Socioterritorial para a pessoa idosa da cidade de São Paulo: construção de subsídios para a defesa de direitos e para a capacitação de conselheiros, no valor de R$ 635.151,00, coordenado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Fundação São Paulo (PUC-SP).

Também contarão com apoio do governo paulista na capital a Rede Bem Estar, no valor de 1.200.000,00, liderado pelo Instituto Tellus; e o Juntando Pontas, com 500 beneficiários no valor de 1.261.670,81, desenvolvido pela Associação Beneficente e Cultural B’NAI B’RITH.

“Parcerias com organizações da sociedade civil, como as que estamos celebrando neste dia, são o caminho mais moderno, ágil e democrático de gestão pública para garantir que tais objetivos sejam alcançados”, afirma a secretária Célia Parnes.

Fonte: https://www.dci.com.br