Dicas & Notícias

A APOSENTADORIA CHEGOU, E AGORA?

Todos esperam ansiosos pela chegada da aposentadoria, ter tempo livre e fazer o que sempre sonhou, mas a verdade é que no Brasil a maioria das pessoas não estão preparadas para esta tão sonhada etapa da vida. No nosso País a aposentadoria não é planejada, e de um dia para o outro quem tinha o costume de trabalhar 12 horas por dia fica perdida sem ter o que fazer com todo esse tempo todo livre.

Para você não ser uma dessas pessoas que não estão preparadas, iremos listar algumas dicas de como se preparar para ter uma qualidade de vida melhor na aposentadoria.

  • Se possível, comece a diminuir as horas de trabalho quando estiver perto de se aposentar, assim você não sentirá muito.
  • Comece a experimentar diversas atividades após o expediente, para encontrar o que mais gosta e assim poder dedicar mais tempo a elas na aposentadoria.
  • Planeje viagens que sempre sonhou, afinal, você terá bastante tempo para ir nos lugares que sempre quis ir, mas não teve tempo.
  • Uma outra opção que está relacionada com a dica anterior é fazer um intercâmbio. Pois é, atualmente tem crescido bastante a procura de idosos para este tipo de viagem. Várias agencias já fornecem diversos pacotes para a terceira idade, procure o que mais te agradar e embarque nessa aventura para aprender um idioma e descobrir uma nova cultura.

Então não fique parado, já comece a se planejar, por que a aposentadoria é um momento para se fazer novas descobertas e retomar sonhos antigos.

Enfim, é um momento para se permitir procurar novas formas de ser feliz.

Fonte: http://amorecuidadodf.com.br

Está na hora de tratarmos o açúcar como lidamos com o tabaco?

Não é de hoje que observamos que a população brasileira está cada vez mais gorda – o índice de obesos cresceu 42% em uma década (entre 2007 e 2017), segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, enquanto o índice de fumantes caiu 40% no mesmo período.

Entre as razões apontadas por pesquisadores para o aumento da obesidade estão o excesso de consumo de açúcar, especialmente aquele adicionado às bebidas açucaradas e aos produtos ultraprocessados, cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros. São alimentos que contêm mais sal, mais açúcar, mais gordura, além de uma série de aditivos e conservantes que ninguém sabe precisamente o real efeito sobre a saúde.

Um estudo divulgado no último dia 11 na revista científica British Medical Journal afirma que o consumo de bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos adoçados artificialmente está associado a um risco maior de desenvolvimento de certos tipos de câncer, como o de mama, próstata e intestino.

O estudo foi conduzido por pesquisadores franceses que avaliaram o comportamento de mais de 100 mil adultos e descobriram que quem ingere apenas 100 ml de bebidas açucaradas por dia tem um risco 18% maior de ter câncer.

Além disso, há diversos problemas de saúde crônicos associados ao aumento da obesidade, especialmente a hipertensão arterial e o diabetes, até pouco tempo consideradas doenças exclusivas de adultos. Estima-se que, por causa desses problemas, uma geração inteira de crianças viverá pior do que os seus pais, acendendo o alerta vermelho para pesquisadores, instituições e governo.

Afinal, está na hora de tratarmos o açúcar como tratamos o tabaco?

Cerco às bebidas açucaradas

A BBC News Brasil ouviu nutricionistas, representantes de entidades de defesa do consumidor, pesquisadores, Ministério da Saúde, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a indústria de alimentos e bebidas para discutir os malefícios do açúcar para a saúde e o que está sendo feito em saúde pública para minimizar esses danos.

A conclusão é que a preocupação com o excesso de consumo existe, tanto por parte das entidades de defesa do consumidor, que sugerem medidas mais duras, como o fim da publicidade voltada para o público infantil e alertas nos rótulos dos alimentos, quanto por parte do governo, que admite o problema e destaca como medida a assinatura de um acordo com a indústria para a redução da quantidade de açúcar nos alimentos industrializados.

Homem se pesando

Mas, para entidades e pesquisadores, isso ainda é muito pouco e o país está longe de ter uma medida realmente efetiva em saúde pública contra o açúcar.

“Com relação ao açúcar, nós estamos a quilômetros de distância do sucesso da campanha contra o tabagismo, que foi uma das campanhas de saúde pública de maior sucesso no país. E nenhum país ainda conseguiu reverter ou estagnar o índice crescente de obesidade”, disse a nutricionista Maria Laura da Costa Louzada, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), da Universidade de São Paulo (USP), e professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Para pesquisadores e entidades de defesa do consumidor, o primeiro passo para lidar com o problema de maneira eficaz seria alterar a rotulagem dos alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas adicionando um símbolo de alerta indicando alto teor de açúcar, de sódio ou gordura na parte frontal da embalagem.

Depois, defendem tributar a produção de bebidas açucaradas, que no Brasil tem subsídio do governo: nos últimos dias o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou um decreto ampliando de 8% para 10% o benefício fiscal do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) para a fabricação de concentrados de refrigerantes. “Estamos na contramão dos países desenvolvidos. Cerca de 40 países tributam as bebidas e aqui concedemos isenções e créditos fiscais. O caminho do subsídio é um grande problema a ser enfrentado”, avalia a nutricionista Ana Paula Bortoletto, líder do Programa de Alimentação Saudável do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Ultraprocessados

Entre os exemplos de alimentos ultraprocessados estão pães de forma, iogurtes prontos, sucos de caixinha, macarrão instantâneo, barras de cereais, gelatinas e até o aparentemente inofensivo peito de peru. São alimentos cada vez mais consumidos pelos brasileiros – pela facilidade de acesso e pelo baixo preço – mas são ricos em calorias, sal, açúcar, gordura, além de uma série de aditivos e conservantes que ninguém sabe de fato o real efeito sobre a saúde. As bebidas açucaradas incluem refrigerantes, néctares (sucos de caixinha), sucos em pó e outras bebidas adoçadas.

Refrigerante

Trata-se de uma classificação “nova” da tabela de alimentos, que passou a ser considerada apenas em 2014 com a publicação da segunda edição do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, e a adoção do sistema de classificação alimentar NOVA, elaborado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da USP.

Segundo a nutricionista Maria Laura Louzada, pesquisadora do Nupens e professora da Unifesp, a alteração ocorreu depois que pesquisadores perceberam, por meio da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que a população comprava cada vez menos açúcar refinado, sal e óleo, mas continuavam engordando.

Ao mesmo tempo, havia cada vez mais industrializados à mesa. “Nos demos conta de que o problema não era exatamente o açúcar que adicionamos ao cafezinho, mas sim o açúcar presente nos outros alimentos”, explicou.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quarto maior consumidor de açúcar no mundo (12 milhões de toneladas/ano), atrás apenas da Índia, da União Europeia e da China. Ainda segundo a entidade, o brasileiros consomem 50% a mais de açúcar do que o recomendado. Isso significa que, por dia, cada brasileiro, consome, em média, 18 colheres de chá do produto (o que corresponde a 80g de açúcar/dia), quando o recomendado pela OMS seria até 12 colheres.

O consumo excessivo de açúcar causa, entre outros problemas, danos ao fígado, que armazena glicose (um tipo de açúcar) e, em excesso, se transforma em gordura; danos ao pâncreas, responsável pela liberação da insulina (que auxilia na entrada de glicose nas células); aumento do aparecimento de cáries nos dentes; além do excesso de peso que pode evoluir para obesidade, pressão alta, diabetes e outras complicações. “Enquanto países do hemisfério Norte já consomem 80% de alimentos ultraprocessados, nós ainda consumimos em torno de 30%. É possível reverter isso, mas ainda falta muita informação”, avalia Bortoletto, do Programa de Alimentação Saudável do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Debate sobre alteração dos rótulos

mulher encara supermercado

Para tentar frear a epidemia de obesidade e o aumento da ingestão de produtos ultraprocessados, pesquisadores e entidades de defesa do consumidor sugerem a alteração na rotulagem dos alimentos, incluindo símbolos na parte da frente da embalagem alertando para o alto teor de açúcar, sódio e gordura, a exemplo do que já está sendo feito no Chile e no Canadá. Hoje, os rótulos não são obrigados a informar a quantidade de determinado nutriente, apenas que ele está presente na composição.

Na avaliação da engenheira de alimentos Rosires Deliza, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, se o consumidor souber o que está de fato consumindo, ele poderá buscar comprar o alimento que ele considerar mais saudável. “É muito difícil traduzir um rótulo da forma como é feito hoje. A ordem que os ingredientes aparecem indica qual deles está em maior quantidade. O açúcar, em geral, é o primeiro da lista. Mas ninguém é obrigado a saber isso”, afirma Deliza.

Para descobrir se o consumidor conseguia identificar alimentos saudáveis e não saudáveis por meio da embalagem, Deliza e uma equipe de pesquisadores da Embrapa avaliaram a eficácia da rotulagem atual, chamada GDA (referência de ingestão diária em relação a uma dieta adulta padrão), com outros seis modelos de rótulos, incluindo o semáforo nutricional (de colocar alertas em cores verde, vermelha e amarela) e cinco símbolos de alerta: octógono preto, triângulo preto, círculo vermelho, lupa vermelha e lupa preta.

“Constatamos que o modelo atual, o GDA, foi o que as pessoas tiveram mais dificuldades de indicar os alimentos saudáveis por serem rótulos confusos. Com o semáforo, gerou confusão, pois uma mesma embalagem podia ter cor vermelha por ser alta em sódio, mas também a cor verde por ter pouco açúcar. Entre os alertas, o octógono preto foi o símbolo que as pessoas identificaram mais rápido, como sendo algo prejudicial”, explicou a pesquisadora.

Com base nesses dados, as entidades propõem mudanças nas rotulagens. O assunto está em discussão na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há mais de um ano e a previsão é que uma consulta pública seja disponibilizada para a população opinar sobre o tema em setembro deste ano. Em nota, a Anvisa informou que a norma vigente sobre rotulagem nutricional é de 2003 e, apesar dos avanços, ainda há dificuldades de utilização dessa rotulagem pelos consumidores brasileiros.

“A principal razão para intervenção regulatória da Anvisa é garantir aos consumidores o acesso às principais informações sobre os alimentos, de forma simples, padronizada, precisa e compreensível, evitando práticas enganosas e contribuindo para a promoção da saúde”, informou a agência, em nota. A Anvisa informou ainda que uma das principais alternativas regulatórias será, sim, o uso da rotulagem nutricional frontal com a divulgação de nutrientes considerados críticos à saúde, entre eles o açúcar.

Copo cheio de açúcar

As entidades também defendem o fim da publicidade voltada para o público infantil, associando personagens e bichinhos aos alimentos considerados não saudáveis, além do aumento da tributação das bebidas açucaradas – no Brasil, elas são fabricadas na Zona Franca de Manaus, com isenção de impostos.

Acordo com a indústria

O Ministério da Saúde admite o problema e afirmou, em nota oficial, que a prevenção da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis é uma das prioridades do governo. Como exemplo, cita que fez acordo com a indústria de alimentos e assumiu a meta de reduzir 144 mil toneladas de açúcar até 2022, em cinco categorias de alimentos: mistura para bolos, produtos lácteos, achocolatados, bebidas açucaradas e biscoito recheados.

“Ao estabelecer a meta até 2022, o Brasil se destaca como um dos primeiros países do mundo a buscar a diminuição do açúcar nos alimentos processados e ultraprocessados. A meta foi estabelecida por meio de um Termo de Compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e associações representativas do setor produtivo brasileiro”, diz a nota. O acordo é similar ao pacto firmado em 2011 para a redução de sódio nos alimentos, eliminando mais de 17 mil toneladas de sódio em quatro anos.

Segundo o ministério, as associações Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação); Abimapi (Associação Brasileira da Indústria de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados), Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) e Viva Lácteos (Associação da Indústria de Lácteos) comprometeram-se com essa meta de forma voluntária.

Para pesquisadores da área, esses acordos são pouco efetivos, pois além de serem voluntários, possuem metas muito baixas.

O governo afirmou também que, no ano passado, o país assumiu o compromisso de deter o crescimento da obesidade na população adulta por meio de políticas de saúde e segurança alimentar e nutricional; como reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente.

“Para qualquer mudança precisa haver uma parceria muito grande entre governo, entidades, indústria. Não adianta nada fazermos estudos, chegarmos ao resultado e não ser colocado em prática. O Chile implementou de maneira pioneira a mudança nos rótulos faz dois anos. Estamos todos querendo saber os resultados”, avaliou Deliza, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

Médica e paciente

Em nota, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) e a Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes (Abir) informaram ter consciência de sua responsabilidade em contribuir com bem-estar de seus consumidores, produzindo alimentos saudáveis e seguros. “Em relação à redução do açúcar, 68 empresas associadas assinaram o termo de compromisso [com o Ministério da Saúde]. Juntas, representam 87% do mercado nacional de alimentos e bebidas”, diz a nota.

A indústria de alimentos e bebidas informou ainda que apoia a mudança nos rótulos e que está contribuindo com a Anvisa. “A Rede Rotulagem, formada por 20 entidades ligadas ao setor, defende que sejam utilizados rótulos informativos com todos os dados para que o consumidor tenha liberdade de escolha. Entende que os modelos de advertência não são democráticos e comprometem a percepção do consumidor. São propostas alarmistas sem o objetivo de informar e, tampouco, auxiliar as pessoas”, afirma o comunicado.

Com relação à publicidade dirigida ao público infantil, a Abia informou que possui um acordo de apenas anunciar produtos para crianças menores de 12 anos de idade que atendam aos critérios nutricionais comuns ou não anunciar produtos para menores de 12 anos. E com relação à sugestão de taxar as bebidas açucaradas, a Abir informou que “não há nenhum estudo que comprove a eficácia desta medida no combate à obesidade, doença multifatorial. Focar em refrigerantes também seria ineficaz. Dados da Vigitel/Ministério da Saúde constataram uma queda de 40% no consumo de refrigerantes na última década.”

Já a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) informou, em nota, que “rechaça todas as pretensões de controlar o consumo de açúcar por vias regulatórias”. Acrescenta que “é comprovado que a maior parte do consumo de açúcar do país provém da adição feita no preparo final dos alimentos”. A Unica disse ainda ser a favor do debate de ideias e da busca de soluções que garantam a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.

Fonte: https://www.bbc.com

Música e a memória que o Alzheimer não consegue apagar

Conheça o poder inapagável da memória musical e das conexões cerebrais através de atividades artísticas para a melhor idade

A memória musical pode depender de sistemas de memória distintos e dependentes de tarefas. Foi demonstrado que a memória para música pode ser gravemente danificada, enquanto outros sistemas de memória permanecem praticamente inalterados.

Por outro lado, a memória musical mostrou-se preservada em pacientes severamente amnésicos com vastas lesões do lobo temporal medial direito, do lobo temporal esquerdo e de partes do córtex frontal e insular esquerdo, com achados semelhantes em pacientes com dano bilateral no lobo temporal.

Isso sugere fortemente que a rede que codifica a memória musical é pelo menos parcialmente independente de outros sistemas de memória. Curiosamente, foi demonstrado que diferentes aspectos da memória musical podem permanecer intactos, enquanto a anatomia do cérebro e as funções cognitivas correspondentes são massivamente prejudicadas.

A memória musical também parece representar um caso especial na doença de Alzheimer, na medida em que é surpreendentemente bem preservada. Especialmente a memória musical implícita, que pode ser poupada até os estágios muito tardios da doença.

Como essas descobertas são derivadas principalmente de estudos de caso, não está claro sob quais circunstâncias esse aspecto da memória musical é preservado. Propuseram, de fato, que essa memória preservada para a música pode ser devida ao funcionamento intacto de regiões do cérebro que são relativamente poupadas na doença de Alzheimer.

Desafie sua mente de uma maneira que seja importante para você.

O estudo envolveu atividades cognitivas como artesanato, leitura, socialização, trabalho com computadores e tocar música. Não existe uma atividade que sirva para todos e que atividades mentais são melhores para você é algo que só você pode responder.

Engajar-se em “atividades significativas” estimula seu sistema neurológico, contraria os efeitos de doenças relacionadas ao estresse, reduz o risco de demência e melhora a saúde e o bem-estar.

No entanto, um fator-chave necessário para melhorar sua função cerebral ou reverter o declínio funcional é a seriedade do propósito com o qual você se envolve em uma tarefa. Em outras palavras, a tarefa não deve ser realizada sem pensar, mas deve ser significativa ou interessante para você – ela deve prender sua atenção.

Por exemplo, um estudo revelou que atividades artesanais, como quilting e tricô, estavam associadas à diminuição da chance de ter comprometimento cognitivo leve. 10 Outro estudo, publicado no início deste ano, descobriu que participar de atividades “cognitivamente exigentes”, como aprender a fazer edredons ou tirar fotografia digital, melhora a função da memória em adultos mais velhos.

A chave é encontrar uma atividade mentalmente estimulante para você. Idealmente, isso deve ser algo que exige atenção total e lhe dê uma grande satisfação. Deve ser uma atividade que você está ansioso para fazer, como tocar um instrumento musical, jardinagem, construir coisas, criar e muitos outras atividades.

Fonte: https://www.casaderepousobrilhodosol.com.br

Dicas valiosas de como envelhecer com saúde e independência

O Viver Ativo e Saudável convida você a livrar-se de todos os preconceitos e quebrar os paradigmas mais enraizados no que se refere ao Envelhecer.

Acredito que todos nós sonhamos em envelhecer com dignidade, saúde, bem-estar e independência, não é mesmo?

Mas para que isso aconteça você precisa estar atendo e aprender o que fazer para tornar sua caminhada mais longeva e saudável.

Como envelhecer com saúde e independência?

Adoramos quando pesquisas (nacionais e internacionais) fundamentam os nossos artigos.

Por isso, sempre que encontramos, fazemos questão de mostra-las aqui para você ficar por dentro do que a ciência estuda, pesquisa e confirma.

Em 2015 alguns pesquisadores da Noruega, na Universidade de Oslo, chegaram à conclusão que praticar exercícios físicos pode fazer você viver por mais 5 anos.

Essa conclusão não foi por acaso.

Eles observaram que:

Quase 6 mil noruegueses, com cerca de 68 a 77 anos de idade, foram analisados e constataram que as pessoas ativas conseguiram elevar suas expectativas de vida.

Perceberam também que os benefícios são tão bons quanto aqueles promovidos quando largam o vício de fumar, por exemplo.

Você pode estar pensando: “Nossa, mas eles devem passar horas e horas em academias, ser idosos sarados e profissionais”.

Mas não foi isso que eles apuraram.

Os pesquisadores verificaram que aqueles idosos que efetuavam pelo menos 3 horas de exercício físico por semana (quer de baixa intensidade, moderada ou alta), obtiveram pelo menos 5 anos a mais que os que não realizavam atividade física, ou que praticavam abaixo de 3 horas semanais.

Sendo assim, realizar 30 minutos diários favorecem a diminuição do risco de óbito entre idosos.

O mais legal é que essa pesquisa revelou que não existe um exercício melhor do que o outro.

Ou seja, você tem o poder de escolher (juntamente com um profissional capacitado) qual o exercício que mais gosta e mais indicado para suas habilidades corporais.

Aspectos que ajudará você envelhecer com saúde e independência

O Ministério da saúde afirma que é preciso adotar medidas globais (na esfera social, emocional e física) com o intuito de promover o bem-estar e a qualidade de vida do idoso no Brasil.

Com isso, pode-se ter um maior controle dos aspectos:

  • Sua habilidade funciona: que se refere a aptidão em praticar as tarefas de seu cotidiano;
  • Seu estado de saúde: que está relacionado aos acontecimentos, constantes ou não, mas que demandam certa prudência.
  • Seus hábitos diários: relativos a alimentação, realização de atividades físicas/mentais, vida profissional e lazer.

Há algum tempo que o termo saúde já não é mais conceituado, simplesmente, pela inexistência de doenças.

Hoje os especialistas afirmam que é possível ter uma doença e ser saudável.

Como também é possível não possuir doença e mesmo assim não ser saudável.

Baseado nesta percepção, quando bem orientado por especialistas, médicos, ou profissionais da saúde, é iminente ser uma pessoa mais saudável.

Desta forma, conquistará o tão esperado envelhecer com saúde e independência na sua melhor idade.

Dicas valiosas de como você conseguir envelhecer com saúde e independência

Lembre-se que nunca é tarde demais para começar hoje a reverter seus costumes não favoráveis em melhoria saudáveis e contínuas. Vamos as melhores dicas?

  1. Cuide da sua alimentação: com a praticidade da vida moderna, somos empurrados pela mídia, pela pressa e pelo comodismo, a consumir alimentos processados, com nível acentuado de sódio e diversos outros aditivos químicos, que melhoram o sabor mas mascaram o quanto são prejudiciais ao nosso organismo e seu bom funcionamento.
  2. Escolha e pratique atividade física: para os iniciantes, convém procurar primeiro um especialista; aos ativos, habitue-se a realizar o exercício físico que mais possui habilidade e prática. Desta maneira, estarás ampliando suas áreas motoras, promovendo melhor equilíbrio, força muscular, resistência respiratória e física, bem como o beneficiamento na sua flexibilidade.
  3. Esteja atento as vacinas: por conta de tabus e preconceitos, muitos não se deixam vacinar durante as campanhas nacionais. É importante que converse com seu médico e decidam juntos o que é melhor para você. Pois é inevitável compreender que as mudanças do sistema imunológico no idoso existem e precisam de atenção.
  4. Reserve um tempo para seu repouso e lazer: destinar um momento do seu dia ao descanso, proporciona a sua saúde mental mais equilíbrio emocional, assim como promove a sensação de baterias recarregadas, estado psíquico harmônico e funcional. Optar por tarefas prazerosas em seu lazer, também poderão surtir melhores resultados a saúde.
  5. Mantenha uma interação social: somos seres sociáveis, logo precisamos nutrir nossas relações independentemente da idade. Para os idosos essa interação faz parte de uma poderosa fonte de preservação da saúde. Porém, não estamos apenas nos referindo aos contatos com grupos da Melhor idade, mas também do convívio familiar regado de atenção e afeto.

Livre-se de pensamentos que não ajudarão você a ter uma vida longa e saudável.

Procurar um médico para prevenir surpresas desagradáveis é fundamental. Assim como para que seu processo de envelhecimento saudável e independente tenha sucesso.

Ser saudável é muitas vezes sinônimo de independência física e emocional.

Fonte: https://ativoesaudavel.com.br

Avó aprende a ler e a escrever para estudar com o neto, em Curitiba

Em Curitiba, o amor pelas letras e pelos livros também levou a Dona Maria das Mercês Silva a se reinventar depois dos 60 anos.

Foi sempre assim: a Dona Maria, o Felipe e a cumplicidade. A avó assumiu o papel de mãe e sempre fez tudo que pôde para o xodó. Mas quando Felipe entrou na escola, uma nova necessidade dele esbarrou em uma grande dificuldade dela.

Ele voltava do colégio para casa e queria a ajuda da Dona Maria para fazer a lição de casa. O problema é que ela não sabia escrever e nem ler. Ele resolveu, então, dar o jeito dele. E aí, a história dos dois ganhou um novo sentido.

“A gente viu um colégio, estava escrito EJA, eu não sabia o que que era ainda. E falei: ‘Mãe, vamos se matricular lá’. Ela falou: “Não, não”, lembra Felipe.

Insistiu tanto que Dona Maria topou. E vieram as aulas. Nunca foi fácil. Mas sempre tinha o Felipe. E os dois estavam juntos quando perceberam que estava valendo a pena.

“’Felipe, vê se estou lendo certo, filho’. Aí eu falei: ‘abóbora’. Aí Felipe diz: ‘Tá certo, vó!’ Nossa, aquilo ali para mim, o chão abriu, a luz abriu”, conta Maria das Mercês Silva.

A escuridão ficou no passado, e Dona Maria, que aos 70 anos ainda trabalha, pegou tanto gosto que não larga os estudos.

“Vou para a escola e, quando chego, fico até as 11 horas da noite lendo livro e escrevendo”, diz ela.

Uma editora se interessou pela história. Dona Maria deu entrevistas. Nasceu um livro: 111 páginas com memórias e relatos de superação. E vem mais desafios por aí.

“Tirar a minha carta, aprender a dirigir, e eu quero ainda subir na faculdade”, diz Maria.

“E eu quero dar muito mais iniciativa para ela ser professora do jeito que ela sempre quis”, conta o neto.

Fonte: https:// uç . g1.globo.com


Queda em idosos: conheça os principais fatores de risco e saiba como evitá-los

A queda é o acidente doméstico mais frequente e perigoso para os idosos. Isso porque com o avançar da idade, as estruturas óssea e muscular, bem como as articulações, ficam debilitadas e levam muito mais tempo para se recuperarem. Sendo assim, ter conhecimento sobre os principais fatores de risco para a queda em idosos é muito importante para que seja possível evitá-la e preservar ao máximo a saúde dos seus familiares.

Esse tipo de acidente se torna muito frequente nos idosos por uma série de motivos. Alguns deles são inerentes ao estado de saúde do idoso, tais como o controle postural, o equilíbrio, a visão, a audição e até mesmo a força muscular que podem estar comprometidos.

Além disso, há os fatores ambientais e comportamentais, que podem ser cumulativos. Dentre eles estão o grau de dependência de terceiros para atividades básicas, o sedentarismo, os obstáculos do ambiente domiciliar, entre outros.

Para conseguir reduzir o índice de acidentes com os entes queridos com quem você convive, confira abaixo os principais fatores de risco que levam à queda em idosos.

Principais fatores de risco para a queda em idosos

De acordo com levantamento feito em hospitais do SUS em São Paulo, em 60% dos casos de internações por queda de idosos, o paciente é mulher. O motivo seria o fato de as mulheres terem menor massa muscular e serem mais ativas do que os homens no ambiente domiciliar, envolvendo-se diariamente em atividades domésticas.

Já quanto aos fatores externos, os principais facilitadores da queda de idosos são o uso de medicamentos, o perfil comportamental do idoso e o uso de sapatos inadequados. A combinação de fármacos pode alterar o nível de consciência, gerar sonolência e prejudicar a visão. Os sapatos inadequados, como chinelos ou aqueles com salto superior a dois centímetros, também possuem papel agravante nessa situação.

Comportamentalmente, há dois fatores a considerar: o primeiro é o nível de sedentarismo – ou seja, idosos que não se exercitam ficam com as estruturas óssea, muscular e com as articulações mais frágeis, ocasionando em mais quedas por fraqueza e desequilíbrio; o segundo ponto a considerar é o índice de atividade dentro de casa, porque quanto mais o idoso circula em ambientes com objetos que apresentem um obstáculo em seu caminho, maiores os índices de tombos.

Para facilitar sua visualização dos principais fatores de risco para a queda em idosos, confira a lista abaixo.

Riscos de queda relacionados à idade:

  • Gênero: o sexo feminino tem maior risco de queda, então atenção especial às idosas;
  • Histórico prévio de quedas;
  • Uso de 4 ou mais medicamentos simultaneamente;
  • Dificuldades em andar ou desequilíbrio;
  • Dificuldades cognitivas;
  • Alterações da visão;
  • Alterações ortopédicas
  • Estado psicológico;
  • Grau de dependência.

Riscos de queda relacionados ao ambiente

  • Iluminação ineficiente;
  • Piso escorregadio;
  • Ausência de corrimão;
  • Tapetes soltos;
  • Obstáculos mobiliários;
  • Roupas muito largas;
  • Sapatos inadequados.

  Riscos de queda relacionados ao comportamento

  • Sedentarismo;
  • Alta atividade doméstica.

Como prevenir a queda em idosos

Evitar esse tipo de acidente muitas vezes significa evitar também uma grave fratura óssea, medicações fortes e até mesmo uma cirurgia ortopédica, pois essas são situações que frequentemente se tornam consequências das quedas em idosos. Além disso, esses fatores podem acarretar em um efeito dominó com demais problemas de saúde.

Há uma série de medidas preventivas que você pode adotar hoje mesmo para proteger melhor seus idosos, são elas:

  • Promover e incentivar a prática de atividades físicas para reforço muscular e equilíbrio
  • Remover possíveis obstáculos das áreas de circulação da casa, como mesas de centro;
  • Deixar os objetos mais utilizados no dia a dia em local de fácil acesso;
  • Evitar o uso de tapetes, sobretudo no banheiro;
  • Manter uma boa iluminação interna, utilizando lâmpadas fluorescentes ou de LED;
  • Disponibilizar um abajur ou interruptor de luz ao lado da cama do idoso;
  • Dispor de calçados adequados, com solado antiderrapante, fechados e que possam ser presos ao redor dos calcanhares, preferencialmente com velcro.

Cuidar adequadamente de um idoso, oferecendo-lhe segurança, acolhimento e atenção, muitas vezes é cansativo e desafiador, mas não permita que a rotina atarefada do dia a dia o distraia desses pequenos cuidados que podem significar muito à saúde do seu familiar. Lembre-se sempreda máxima: prevenir sempre é melhor que remediar. E se, mesmo com todas as medidas de prevenção, o idoso possuir ocorrências de queda, considere utilizar os Sistemas de Emergência Pessoal! Para saber mais, clique aqui e saiba mais sobre nossos serviços!

Fonte: https://tecnosenior.com

Aos 90 anos, pediatra atende 30 crianças por dia no Paraná

Aos 92 anos, Ivan Fontoura poderia estar aposentado há décadas. O médico, no entanto, segue atendendo e ajudando os moradores de Praia do Leste, balneário do Pontal do Paraná (PR). 

Segundo matéria do Razões para Acreditar, o médico atende 30 crianças gratuitamente. Todos os dias, ele caminha ao lado da esposa Eva, que é enfermeira. 

“Eu quero morrer em pé. Fisicamente eu sofro, trabalhando sem parar, descansando só para tomar um café, mas ser médico é isso. Depois, a gente se recompõem e continua”, declarou empolgado o pediatra. 

Ivan e Eva fazem tudo do coração. Filantropia mesmo. Os dois não recebem nada pelos atendimentos. E olha que a jornada é estafante. 

“Eu já ganhei dinheiro que dá pra viver. Faço isso de forma organizada. Minha esposa me ajuda muito, é uma grande parceira”, assinala. 

Fonte: https://www.hypeness.com.br

Padrão do sono muda na terceira idade

A qualidade do sono tende a cair com o passar dos anos. Aquele sono profundo e revigorante, de 12 horas seguidas, fica só na lembrança. Segundo a National Sleep Foundation, entidade norte-americana de pesquisa do sono, o ideal acima de 65 anos é dormir de 7 a 8 horas. Algo não muito diferente do recomendável para pessoas dos 26 aos 64 anos: que é de 7 a 9 horas.

O que muda, na verdade, é o padrão do sono, que se torna mais superficial na terceira idade. O indivíduo tende a se despertar muitas vezes durante a noite: tem o chamado “sono mais leve”. Além disso, tira muitos cochilos ao longo do dia.

Já existem estudos que comprovam que o processo de envelhecimento leva a modificações qualitativas e quantitativas do sono. Por meio da polissonografia (exame do sono), pesquisadores descobriram que a partir dos 60 anos a duração do sono passa de 6,5 a 8 horas para 5 a 7 horas por noite.

Esses despertares à noite podem se originar de problemas urinários ou respiratórios., como a apneia (distúrbio do sono grave em que a respiração para e volta diversas vezes). Doenças como diabetes, cardiopatias e menopausa/andropausa não tratadas também podem levar à dificuldade de dormir. Nesses casos, é preciso fazer uma investigação minuciosa para tratar a causa. Acordar sempre cansado e sem energia não é normal. O sono deve ser restaurador.

É frequente também o caso dos idosos que reclamam não conseguir “pegar no sono”. Geralmente, essa dificuldade está associada à rotina do indivíduo. A completa ausência de atividades físicas, por exemplo, faz com que o corpo canse menos e demore mais para entrar em estado de sonolência.

Confira um check-list para garantir uma boa noite de sono:

  • Pratique exercícios físicos regularmente. Dez minutos diários de atividade aeróbica já são benéficos. Mas nada de pegar pesado antes de dormir, porque o efeito pode ser o inverso.
  • Nada de comida gordurosa e pesada antes de dormir, pois causa problemas de indigestão e prejudica o sono.
  • Exponha-se ao sol com frequência, mas sem esquecer do protetor solar.
  • Estabeleça um horário fixo para acordar e dormir, inclusive nos fins de semana. Isso regula o seu relógio biológico.
  • Limite o cochilo diário a apenas 30 minutos.
  • Nada de tomar bebidas com cafeína, como café e chá mate na hora de dormir.
  • Fique longe de bebidas alcoólicas. Além de interferirem na qualidade do sono, favorecem o ronco.
  • Não fume antes de ir dormir porque a nicotina também atrapalha o sono.
  • Crie seu próprio ritual relaxante: vale diminuir as luzes da casa, colocar uma música relaxante ou ler um livro.
  • Não leve o celular e outros aparelhos eletrônicos para a cama. A luz prejudica a produção de melatonina, hormônio liberado em um ambiente escuro e calmo, que é responsável por regular o sono.

Apesar de muito subjetiva, a experiência do sono deve ser revigorante para assegurar uma boa qualidade de vida. Insônia recorrente não é normal. Evite se automedicar. Busque ajuda.

Fonte: http://pampulhavillage.com.br